Terra do nunca

Um certo dia em uma das minhas calças ao tesouro encontrei um menino, orelhas pontudas, sorriso fácil parecia um doende, de verás era um doende.
Este mostrou-me o resplandecente brilho do sol em seu sorriso, nos olhos negros como a pele de uma pantera negra de uma malícia a saltar me mostrava como a noite poderia ser magnífica, falou-me sobre uma terra onde tudo era para sempre, sorrisos largos, brincadeiras eternas e várias gulosemas para saciar-me. Como velho caçador de tesouros me encantei pela ilha maravilhosa, nossa uma fonte da juventude!!! Gritei alto de alegria.
Contudo nada era perfeito tudo era ilusão, a ilha, a fonte da juventude tinham donos, o sol resplandecente n brilhava para mim, nem a noite e suas malícias eu poderia experimentar.
Doende cruel mostrou-me o mais belo e verde dos tesouros, e só de sacanagem fez-me encantar pelas possibilidades que nunca poderia ter e foi em bora sorrindo com o coração batendo e feliz.

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